O filme “O Código da Vinci” baseado no romance homônimo de Dan Brown, traz um breve resumo sobre a aventura que é ler o livro, mas por ser uma adaptação muitos fatos ficaram de fora do cinema. Uma pena, pois são esses fatos que dão motivação para que leitor continue a leitura sem querer parar.
Claro que o filme é bom, tem um elenco de estrelas e o diretor Ron Howard conseguiu ligar muito bem os fatos que escolheu para compor a aventura.
Falando nas estrelas do elenco temos Tom Hanks, vencedor de dois Oscars de melhor ator, sim de fato ele é muito bom, mas há no livro um detalhe em que o autor do filme parece não ter dado muita importância, a descrição do simbologista Robert Langdon:
“Seus olhos azuis... Uma barba escura por fazer lhe envolvia toda a mandíbula forte e o queixo com covinha. Em torno de têmporas, fios grisalhos de cabelo avançavam penetrando na sua cabeleira negra espessa”.
Apesar de Tom Hanks ser um ótimo ator sua descrição não compete à imagem que o leitor fez quando leu o livro.
Além de Hanks os outros atores também não seguem a risca a descrição de Dan Brown, para as pessoas que apenas assistiram ao filme isso não é problema, mas para os leitores que em suas mentes já haviam “criado” o romance, fica a sensação de que algo não está de acordo.
Não é possível contar em apenas uma hora e trinta minutos as cerca 430 páginas do livro, o diretor precisou “resumir os fatos”, até esse ponto é possível entender. E apesar dos detalhes o filme consegue contar a história proposta por Brown.
Mas no final o diretor, Ron Howard, peca em mudar o original, a emoção do encontro entre Sophie Neveu e sua avó na “Capela Rosslyn”. No livro só estão as duas, avó e neta, mas no filme além da avó estão todos os “guardiões” e estes tiraram toda a emoção que o livro nos mostra.
Apesar de bom, assistir ao filme não traz a mesma emoção da leitura do bestseller. A história contada por Dan Brown é rica em detalhes e tem um texto que nos faz querer ler sem parar. No livro criamos fantasias imaginamos os diferentes personagens as obras descritas e ao assistir ao filme percebemos que não imaginamos o correto.
Mas o que é correto, o autor do filme se baseou na imaginação dele. Em sua mente o filme se passou como está no vídeo, porém não foi esse mesmo filme que passou pela cabeça dos outros milhões de leitores, que ao final ficaram com a certeza de que nem mesmo um bom filme pode substituir a emoção de uma boa leitura.
Claro que o filme é bom, tem um elenco de estrelas e o diretor Ron Howard conseguiu ligar muito bem os fatos que escolheu para compor a aventura.
Falando nas estrelas do elenco temos Tom Hanks, vencedor de dois Oscars de melhor ator, sim de fato ele é muito bom, mas há no livro um detalhe em que o autor do filme parece não ter dado muita importância, a descrição do simbologista Robert Langdon:
“Seus olhos azuis... Uma barba escura por fazer lhe envolvia toda a mandíbula forte e o queixo com covinha. Em torno de têmporas, fios grisalhos de cabelo avançavam penetrando na sua cabeleira negra espessa”.
Apesar de Tom Hanks ser um ótimo ator sua descrição não compete à imagem que o leitor fez quando leu o livro.
Além de Hanks os outros atores também não seguem a risca a descrição de Dan Brown, para as pessoas que apenas assistiram ao filme isso não é problema, mas para os leitores que em suas mentes já haviam “criado” o romance, fica a sensação de que algo não está de acordo.
Não é possível contar em apenas uma hora e trinta minutos as cerca 430 páginas do livro, o diretor precisou “resumir os fatos”, até esse ponto é possível entender. E apesar dos detalhes o filme consegue contar a história proposta por Brown.
Mas no final o diretor, Ron Howard, peca em mudar o original, a emoção do encontro entre Sophie Neveu e sua avó na “Capela Rosslyn”. No livro só estão as duas, avó e neta, mas no filme além da avó estão todos os “guardiões” e estes tiraram toda a emoção que o livro nos mostra.
Apesar de bom, assistir ao filme não traz a mesma emoção da leitura do bestseller. A história contada por Dan Brown é rica em detalhes e tem um texto que nos faz querer ler sem parar. No livro criamos fantasias imaginamos os diferentes personagens as obras descritas e ao assistir ao filme percebemos que não imaginamos o correto.
Mas o que é correto, o autor do filme se baseou na imaginação dele. Em sua mente o filme se passou como está no vídeo, porém não foi esse mesmo filme que passou pela cabeça dos outros milhões de leitores, que ao final ficaram com a certeza de que nem mesmo um bom filme pode substituir a emoção de uma boa leitura.

2 comentários:
A grande tela já não agrada como antes, grandes lançamentos só por bilheterias, como Homem Aranha, não se remetem ao imaginário dos quadrinhos.
O mesmo aconteceu com Código, bom filme feito para ganhar bilheteria, não que eu seja um sonhador, mas ainda prefiro os filmes de Stanley Kubrick e Alfred Hitchcock.
Oi, achei teu blog pelo google tá bem interessante gostei desse post. Quando der dá uma passada pelo meu blog, é sobre camisetas personalizadas, mostra passo a passo como criar uma camiseta personalizada bem maneira. Até mais.
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